quarta-feira, 30 de março de 2011

Sobe e Desce: Confira os melhores e piores do BBB 11 (MSN Entretenimento)

Acabou! Sim, a nave louca do Big Brother Brasil 11 partiu e agora só volta no início do próximo ano, com novos brothers, novas provas, novos casos... E claro que o Famosidades não poderia deixar de fazer um balanço do que foi bom e o que não foi tão bacana na disputa, não é?!

Nas próximas páginas você confere os destaques positivos e negativos do programa no Sobe e Desce especial. Clica, confira, relembre e se diverta!
Divulgação/TV Globo
Sobe 1: Maria. E só. Quem pensava que o fogo de Maria se apagaria nas primeiras semanas do programa se enganou redondamente. A sister chegou, colocou um fio dental, colecionou risadas e beijos na boca, fez o que deu na telha e conquistou o público com sua ingenuidade. Maria é uma criança que está aprendendo a se tornar mulher - no sentido de amadurecimento. Ela veio para terminar o que Priscilla, do "BBB 9", começou. Sem querer querendo, Maria fez com que o público abraçasse sua causa, e de "safada", passou a "menina carente-romântica-autêntica". É super Sobe! Ela, sem dúvida, carregou a trama do programa nas costas.
Divulgação/TV Globo
Sobe 2: Vai ter gente que não deve concordar, mas a volta de Mau Mau no meio do jogo foi uma jogada e tanto! Revendo as cenas e caras e bocas de Maria, a coluna dá o braço a torcer: a produção super acertou nessa. Na verdade, o público acertou nessa. Mau Mau voltou com toda pompa e chance de embolsar R$ 1,5 milhão. Mas as patadas em Maria, o discurso paz e amor e reciclo lixo, e as alianças erradas fizeram o feitiço virar contra o feiticeiro. E, mais uma vez, palmas para a atriz, que ganhou ibope em cima do drama do ex-brother!
Reprodução/TV Globo
Sobe 3: O famoso "coqueirito", tão desprezado em edições passadas, virou protagonista e foi o mais animado das festas - com a ajudinha de Daniel, claro. As performances do pernambucano com a palmeira do jardim renderam audiência para ele. Além disso, os shows fizeram com que o telespectador apagasse a imagem de "fofoqueiro" que Daniel conquistou nas primeiras semanas com Lucival. O advogado virou "o" merecedor do prêmio até a reta final. Ele se tornou engraçado, único e querido por todos na casa! Proeza um participante com seu perfil chegar até a grande final. E viva o "coqueirito"!
Reprodução/TV Globo
Desce 1: Esse primeiro destaque negativo, sem dúvidas, vai para as gafes cometidas na edição. Claro, ninguém é perfeito. Mas, pelo que reza a lenda, Boninho beira o título de Deus. Portanto, os micos em provas que não deram certo ou foram demais de confusas merecem aparecer por aqui. A primeira disputa pela liderança foi clássica e abriu os trabalhos com dois pés esquerdos. A prova da última semana, de perguntas e respostas, também foi duvidosa. Ah, e o que falar das "broncas" via ponto eletrônico que Pedro Bial mandou ao vivo para a produção/direção? Mico...
Reprodução/TV Globo
Desce 2: E o que foi o tal Sabotador, Brasil? A função durou apenas duas semanas! E era algo que poderia ser tão bacana... Enfim, faltou explicação e uma definição concreta do que o tal brother do mal poderia ou não fazer. A impressão que passou foi que a novidade foi desenvolvida um dia antes do início e jogada no ar por impulso, sem planejamento, por puro desespero (por audiência, talvez?). Claro, Desce também para o Diogo, que desenvolveu sua missão de maneira ridícula.
Divulgação/TV Globo
Desce 3: E esse é o momento do desabafo da coluna. Vamos aos chatos da edição! Rodrigão, coitado, como muitos já falaram por aí, é uma planta maravilhosa. Por mais que ele rebata essa opinião, só com muito álcool na cabeça que o brother esboçava alguma coisa. Isso é ruim? Para a vida real é cada um no seu quadrado, mas para um reality show é óbvio que sim! Adriana, coitada 2, não preciso nem comentar, né! A princesinha não tinha o jeito, a cara, a ambição e nem a vontade que um brother precisa ter para ganhar uma vaga na casa. Jana é fofa, mas, de fato, a alegria extrema dela irrita em um grau elevadíssimo. E o que dizer de Igor, tá ligado? "Mano, esse daí é muito corrosivo, tá loko, meu." Michelly, tadinha, não se controlou. E Diogo? Deus do céu... É no pique do Olodum! Créu na velocidade 15! Para quem acompanhou por pay-per-view, era uma tortura aguentar as tardes de batuque e cantoria na piscina.

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